O Monte Saint-Michel é ao mesmo tempo rochedo, abadia e aldeia, e é o mar que decide o aspeto que tem em cada dia. Esta página segue a sua história desde o primeiro santuário até ao milénio da igreja abacial, olha para a baía e acaba nas excursões que trazem gente de Paris e das cidades normandas e bretãs.

O registo francês de monumentos históricos descreve a abadia como beneditina, de estilo gótico e dedicada ao arcanjo São Miguel, construída entre os séculos XI e XVI. O mesmo registo indica que a abadia e as suas dependências foram classificadas em 1862, que a abadia pertence ao Estado francês e que é gerida pelo Centre des monuments nationaux. Em 1979, o local entrou na lista do Património Mundial.
A história começa em 708, quando se ergueu um santuário a São Miguel no então chamado Mont-Tombe, por iniciativa do bispo Aubert, a quem o arcanjo terá aparecido. Em 966, o duque da Normandia instalou ali monges beneditinos, e a abadia tornou-se um dos grandes destinos de peregrinação, ao nível de Roma, Jerusalém e Santiago de Compostela. Os monges reuniram também muitos manuscritos, o que lhe valeu o nome de Cidade dos Livros.
Entre a França e a Inglaterra, o monte foi palco de muitos combates; muitas vezes destruído, foi sempre reconstruído.
O Ministério da Cultura francês considera a abadia uma obra-prima do gótico normando, prova da mestria dos construtores do século XIII. Em 2023, a igreja abacial celebrou o seu milénio: o Centre des monuments nationaux e o organismo público que gere o monte encheram o ano inteiro de eventos.

É o mar que desenha a baía: o fluxo e o refluxo, o macaréu e as grandes marés são as forças naturais que lhe dão forma. Na baía fica o ilhéu de Tombelaine, que pertence ao Estado francês, está classificado como monumento histórico desde 1936 e é reserva de aves desde 1985.
A partir de Paris o dia é longo, por isso a maioria vai com motorista: uma visita guiada privada a partir de Paris, uma excursão de um dia com motorista privado desde Paris ou um dia privado que junta Omaha Beach pelo caminho.
Mais perto, as saídas são na Normandia e na Bretanha: um dia privado a partir de Caen, um passeio guiado privado desde Bayeux, um dia privado com guia a partir de Saint-Malo, um dia privado a partir de Rennes ou um dia privado a partir de Honfleur. Os navios que param no Havre têm uma excursão de escala até ao monte, e quem lá está em terra tem um dia privado a partir do Havre. Com mais tempo, um circuito privado de três dias pela Normandia junta a abadia às praias do Dia D.
Todos os passeios que passam por aqui estão também na página deste destino.
A tradição aponta Aubert, bispo do século VIII, que mandou erguer o primeiro santuário em 708.
Os edifícios vão do século XI ao XVI, e a igreja celebrou um milénio em 2023.
Sim, está na lista do Património Mundial desde 1979.
Uma pequena ilha na baía, propriedade do Estado, onde as aves estão protegidas desde 1985.
O Centre des monuments nationaux, em nome do Estado francês, que é o proprietário.