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Jökulsárlón é uma lagoa glaciar da Islândia onde blocos de gelo soltos do Breiðamerkurjökull flutuam em água parada antes de seguirem para o mar. A maior parte das pessoas vem de Reykjavík num longo passeio de um dia, numa visita de inverno a uma gruta de gelo ou como paragem de uma volta à ilha.
Jökulsárlón é um lago glaciar, do tipo a que se chama lago proglaciar, formado diante de um glaciar. Pertence ao município de Hornafjörður, na Região Sul da Islândia, e fica dentro do Parque Nacional de Vatnajökull. A água sai pelo Jökulsá, um rio que corre da lagoa até ao oceano Atlântico. Do outro lado da estrada, os passeios param na Diamond Beach, onde pedaços de gelo que saíram da lagoa dão à costa na areia negra.
O gelo da lagoa vem do Breiðamerkurjökull, um glaciar que faz parte do Vatnajökull, uma calota de gelo que se estende pelas regiões Sul, Leste e Nordeste da Islândia. O tamanho custa a imaginar: em 2017 o Vatnajökull cobria cerca de 7700 quilómetros quadrados e guardava uns 3000 quilómetros cúbicos de gelo, e de uma ponta à outra mede 143 quilómetros.
Da margem veem-se os icebergues que se soltaram do glaciar a atravessar devagar a lagoa em direção ao rio. No inverno, os guias levam pequenos grupos até ao próprio glaciar para entrar em grutas de gelo azul.
O Parque Nacional de Vatnajökull, Vatnajökulsþjóðgarður em islandês, ocupa uns 14 700 quilómetros quadrados e tomou o lugar de dois parques nacionais mais antigos, o de Skaftafell e o de Jökulsárgljúfur. Fjallsárlón, um segundo lago proglaciar, e Skaftafell ficam ambos dentro do parque e no mesmo município de Hornafjörður, e vários dos passeios abaixo param lá no mesmo dia que em Jökulsárlón.
Três destes passeios são dias inteiros a partir de Reykjavík. A excursão de um dia com passeio de barco na lagoa navega entre os icebergues e depois visita a Diamond Beach e, se as condições o permitirem, Fjallsárlón, com Seljalandsfoss e Vík pelo caminho. O dia em grupo pequeno pela costa sul junta Foss á Síðu, a igreja de turfa de Hof e, no verão, o desfiladeiro de Fjaðrárgljúfur; é considerado muito fácil. Para ir ao seu ritmo, o passeio privado desde Reykjavík vai buscá-lo ao hotel na área da capital e para em Seljalandsfoss, Gljúfrabúi, Skógafoss, Reynisfjara e Fjallsárlón antes da lagoa e da Diamond Beach.
A visita à gruta de gelo azul começa na zona de Jökulsárlón. Um super jeep atravessa terreno glaciar por onde os carros normais não passam, e o guia leva-o para dentro de uma gruta natural no interior do glaciar, com capacete e crampons fornecidos. Só se faz no inverno, os guias verificam a gruta antes de cada saída e a visita é considerada fácil.
As viagens mais longas mostram mais do país. O passeio privado de dois dias pela costa sul passa a noite perto de Skaftafell e visita Jökulsárlón, a Diamond Beach, Fjallsárlón e Fjaðrárgljúfur; no inverno entra numa gruta de gelo, no verão tem uma caminhada no glaciar e um percurso a pé até Svartifoss. O circuito de inverno de cinco dias em minibus inclui uma caminhada no glaciar na zona de Skaftafell e termina na lagoa com uma gruta de gelo.
Há mais passeios que param na lagoa na página do destino Jökulsárlón.
Sim. Uma das excursões a partir de Reykjavík inclui uma volta de barco na lagoa, perto do gelo a flutuar.
Só no inverno. Os guias avaliam a gruta no próprio dia, por isso a visita pode mudar ou ser cancelada se as condições forem más.
Sim, mas é um dia comprido. Três das propostas aqui vão e voltam da capital, com cascatas e praias negras pelo caminho.
É a praia de areia negra em frente à lagoa. O gelo que sai para o mar volta a ser atirado para a costa e brilha contra a areia escura.
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