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O Círculo Dourado é o passeio clássico de um dia a partir de Reykjavík. É uma estrada panorâmica pela Região Sul da Islândia que liga três lugares: o parque nacional de Þingvellir, o campo geotérmico de Geysir e a cascata de Gullfoss. Num só dia anda-se por um vale de rifte, vê-se um géiser em erupção e sente-se o borrifo de um rio glaciar a cair num desfiladeiro.
Þingvellir é o nome oficial do parque nacional, que fica nos municípios de Bláskógabyggð e Grímsnes- og Grafningshreppur. O terreno é um graben, um vale que afundou entre falhas, com uma longa escarpa ao longo da orla. A parte mais conhecida é Almannagjá, um desfiladeiro que segue uma dessas falhas. Lögberg, uma rocha e falésia na encosta de Almannagjá, está hoje assinalado como lugar histórico.
Nos passeios caminha-se pelo rifte entre as placas norte-americana e euro-asiática e vê-se lá de cima a antiga planície do parlamento. O lago Þingvallavatn faz parte do parque e escoa para o rio Sog. A Silfra, outra falha de Þingvellir, é também um local de mergulho, e uma das excursões indicadas abaixo leva-o a fazer snorkeling lá dentro.
Geysir e o vizinho Strokkur são géiseres do campo geotérmico de Geysir, em Bláskógabyggð. A zona está protegida com o nome Geysir í Haukadal, por causa do vale de Haukadalur, desde 2020. O Strokkur é o que se vê em ação: entra em erupção de poucos em poucos minutos e lança uma coluna de água a ferver pelo ar. Entre duas erupções há tempo para passear junto das nascentes quentes, coloridas e a fumegar, que o rodeiam.
Gullfoss fica no Hvítá, um rio que mais abaixo se junta ao Ölfusá, e está dentro dos municípios de Bláskógabyggð e Hrunamannahreppur. É uma área protegida desde 1979. A água do glaciar cai em dois degraus para um desfiladeiro fundo, e os caminhos e miradouros deixam ver a cascata da borda e mais perto do borrifo.
Vários passeios juntam Kerið, uma cratera vulcânica em Grímsnes- og Grafningshreppur com um lago verde-azulado no fundo e um caminho à volta da borda. Outros passam por Laugarvatn, uma aldeia de Bláskógabyggð junto ao lago com o mesmo nome, entre Þingvellir e Geysir.
As oito saídas partem de Reykjavík e param em Þingvellir, Geysir e Gullfoss. Quase todas são consideradas muito fáceis, com caminhadas curtas em chão de lava irregular. A excursão de um dia em grupo pequeno com recolha no hotel junta, a partir de abril, Brúarfoss, uma cascata de água muito azul, e Kerið. O passeio em grupo pequeno com visita a uma quinta para também em Kerið e numa quinta onde o tomate cresce em estufas aquecidas pela energia geotérmica, com passagem pelos estábulos e pelos cavalos islandeses.
Três saídas seguem até ao Langjökull. A excursão privada de um dia com recolha no hotel e o passeio de super jeep passam por Laugarvatn e sobem uma pista de montanha em gravilha até à orla do manto de gelo, onde os autocarros normais não chegam. O passeio da tarde ao glaciar segue a estrada de Kjölur até ao gelo e faz uma paragem para jantar no campo no regresso.
Duas saídas acabam em água quente, na Lagoa Azul. O passeio com o bilhete da lagoa incluído passa também por Kerið. A saída em grupo pequeno com transfer para a lagoa faz uma pausa para almoçar em Geysir, com o almoço pago à parte, e visita igualmente Kerið; neste, o bilhete da lagoa compra-se à parte e com antecedência.
Para algo diferente, a excursão de um dia com snorkeling na Silfra mete-o num fato seco dentro da fenda, depois de uma explicação de segurança completa dada pelo guia de mergulho, e segue para Gullfoss e Geysir. É preciso estar à vontade na água e saber nadar, e há limites de idade, altura e peso a confirmar na reserva; esta saída é considerada moderada.
Todos os passeios que passam por aqui estão também na página de Þingvellir.
O parque nacional de Þingvellir, os géiseres de Haukadalur e a cascata de Gullfoss. Todas as saídas desta página param nos três.
Sim. Três das saídas vão até ao manto de gelo do Langjökull, duas delas de super jeep.
Depende da saída: um dos dois passeios com a lagoa inclui-o, e no outro tem de o comprar antes do dia.
Na maioria, não. As caminhadas são curtas e consideradas muito fáceis, embora o chão de lava seja irregular. O snorkeling na Silfra é considerado moderado e obriga a saber nadar.
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