O Louvre é um museu que ainda tem cara de palácio: foi a casa dos reis da França, abrigou um ministério em uma parte do prédio e hoje a entrada é por uma pirâmide de vidro. O registro francês de monumentos históricos o situa dentro do Patrimônio Mundial "Paris, margens do Sena". Esta página mostra primeiro a história do prédio, depois as obras que atraem mais gente e, no fim, o lado prático da visita.

Durante vários séculos, o Louvre foi fortaleza e sede do poder. Os registros oficiais do patrimônio situam as grandes fases de construção do palácio e do Jardim das Tulherias nos séculos XII, XVI, XVII e XIX, e as escavações feitas para o Grande Louvre, na Cour Napoléon e na Cour Carrée, trouxeram à luz os fossos medievais do Louvre de Filipe Augusto.
A antiga residência dos reis da França abriu ao público como museu em 1793, uma das várias casas reais francesas que viraram museus nacionais. Falta uma peça do conjunto antigo: o Palácio das Tulherias, que pegou fogo em 1871.
O governo continuou no prédio muito depois da chegada das obras de arte. Até o projeto do Grande Louvre, anunciado pelo presidente François Mitterrand em 1981, o Ministério das Finanças ainda ocupava parte do palácio. O projeto entregou o palácio inteiro ao museu e dobrou a área de exposição, de 31.000 m² para mais de 60.000 m².
O arquiteto Ieoh Ming Pei projetou a nova entrada: uma pirâmide de vidro com 21 m de altura, no centro da Cour Napoléon. O presidente Mitterrand a inaugurou em 29 de março de 1989.

O retrato de Mona Lisa, pintado por Leonardo da Vinci no primeiro quarto do século XVI, está exposto aqui, assim como duas esculturas famosas: a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo.
As antiguidades egípcias têm um departamento só delas. A partir de 1820, o acervo cresceu com novas coleções, entre elas as peças egípcias reunidas por Champollion.
O Louvre fica no 1º arrondissement de Paris. Como nos outros museus nacionais da França, menores de 18 anos entram de graça. Confira o horário atual e as condições de reserva antes de ir, e reserve bastante tempo: o palácio é enorme.
Em um prédio desse tamanho, um guia ajuda muito. Uma visita guiada particular às principais obras-primas ou uma visita em grupo pequeno aos destaques do Louvre passa pelas salas famosas; a visita guiada de mistérios, crimes e obras-primas conta o acervo pelas suas histórias, e uma visita guiada particular exclusiva fica só para o seu grupo.
Outros passeios encaixam o museu em um dia pelo centro: um meio período com passeio de barco, Louvre e Notre-Dame, um meio período guiado com o Louvre, a Torre Eiffel e um cruzeiro, uma visita guiada particular à Torre Eiffel e ao Louvre ou um passeio particular por Paris com ingressos do Louvre e crepes. Do lado de fora, um roteiro a pé pelas passagens escondidas perto do Louvre e um passeio de bicicleta pelo Sena com entrada no Louvre mantêm você em movimento.
Todos os passeios que passam por aqui também estão na página deste destino.
Desde 1793, quando o antigo palácio real abriu as portas ao público.
Não. Quem tem menos de 18 anos não paga, como em todos os museus nacionais da França.
Entre as mais conhecidas estão a Vênus de Milo, a Mona Lisa de Leonardo e a Vitória de Samotrácia.
Ieoh Ming Pei; ela virou a entrada do museu em março de 1989.
No 1º arrondissement, bem no centro da cidade.